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domingo, 24 de janeiro de 2016

LIÇÕES BÍBLICAS / JOSÉ, UM SOLDADO PRONTO - Lição: 04

LIÇÕES BÍBLICAS
Classe: “Ovelhas do Bom Pastor”.
Data: - 24 – 01 – 2016.
Lição: 04
Titulo da Lição:     JOSÉ, UM SOLDADO PRONTO.

Texto Áureo: “Passando pois os mercadores midianitas, tiraram, e alçaram a José da cova, e venderam José por vinte moedas de prata aos ismaelitas, os quais levaram José ao Egito”.                                                     (Gn. 37: 28)
126 – 273 – HC-
Leitura Bíblica em Classe:                                 (Gn. 39: 2 a 14)
2 – E o Senhor estava com José, e foi varão próspero, e estava na casa de seu Senhor egípcio.
3 – Vendo pois o seu senhor que o Senhor estava com ele, e que tudo o que ele fazia o Senhor prosperava em sua mão,
4 – José achou graça em seus olhos, e servia-o; e ele o pôs sobre a sua casa, entregou na sua mão tudo o que tinha.
5 – E aconteceu que, desde que o pusera sobre a sua casa, e sobre tudo o que tinha, o Senhor abençoou a casa do egípcio por amor de José; e a benção do Senhor foi sobre tudo o que tinha, na casa e no campo.
6 – E deixou tudo que tinha na mão de José, de maneira que de nada sabia do que estava com ele, a não ser do pão que comia. E José era formoso de parecer, e formoso à vista.
7 – E aconteceu depois dessas cousas que a mulher de seu senhor pôs os seus olhos em José, e disse: Deita-te comigo.
8 – Porém ele recusou, e disse à mulher do seu Senhor: Eis que o meu Senhor não sabe do que há em casa comigo, e entregou em minha mão tudo o que tem;
9 – Ninguém há maior do que eu nesta casa, e nenhuma cousa me vedou, senão a ti, porquanto tu és sua mulher; como pois faria eu este tamanho mal, e pecaria contra Deus?
10 – E aconteceu que, falando ela cada dia a José, e não lhe dando ele ouvidos para deitar-se com ela, e estar com ela,
11 – Sucedeu num certo dia que veio à casa para fazer o seu serviço; e nenhum dos da casa estava ali;
12 – E ela lhe pegou pelo seu vestido, dizendo: Deita-te comigo. E ele deixou o seu vestido na mão dela, e fugiu, e saiu para fora.
13 – E aconteceu que, vendo ela que deixara o seu vestido em sua mão, e fugira para fora,


14 – Chamou aos homens de sua casa e falou-lhes, dizendo: Vede, trouxe-nos o varão hebreu, para escarnecer de nós; entrou até mim para deitar-se comigo, e eu gritei com grande voz.

INTRODUÇÃO:
I – JOSÉ, UM SOLDADO PRONTO.
Definição: Podemos definir esse moço chamado José, mais que um soldado pronto, um justo abençoado desde a sua infância. Uma história já bastante conhecida de todos nós, mas, uma das grandes necessidades que temos, é a de estar sempre voltando lá atrás, recordando os bons exemplos de pessoas que foram como nós, que passaram por diversas situações que servem de exemplos em todos os tempos. Nesta manhã estamos recordando uma das histórias mais lindas do Antigo Testamento; a história de um moço bem jovem que sofreu vitupério, pelos próprios irmãos de sangue. Qual teria sido a razão? Tudo começa na vida de certas pessoas que não se preparam nunca para receber a Palavra de Deus, ou seja, não crescem espiritualmente falando, permanecem sempre como meninos inconstantes na presença do Senhor. Uns na questão da desobediência, outros com tendências a partidarismos, como acontecia muito na gestão do Apóstolo Paulo, as facções dentro da Casa de Deus. Poderíamos citar vários exemplos dos acontecimentos, mas somente um, por exemplo: “Com leite vos criei, e não com manjar, porque ainda não podíeis, nem tão pouco ainda agora podeis; Porque ainda sois carnais: pois, havendo entre vós inveja, contendas e dissensões, não sois porventura carnais, e não andais segundo os homens?” (I Cor. 3: 2, 3). Tudo começa com amargura, que vai puxando outros sentimentos que juntos formam um dos sentimentos mais perigosos; o rancor, o rancor serve de adubo no pé de uma raiz, ou seja, a raiz da amargura, essa raiz brotou no coração dos irmãos de José, ao ponto de intentarem matá-lo. Paulo nos adverte: “Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem.” (Hb. 12: 15). Começa como sentimento de amargura, depois à medida em que a pessoa vai adubando a terra da alma com maus pensamentos, suspeitando mal, as ramas vão crescendo e vai perturbando, pois  começam a querer sair pelos olhos, pelos ouvidos, é muito interessante a forma como o Senhor usava o Apóstolo Paulo, quando ele menciona a questão; brotar, se brotar vai perturbar. E o mais interessante ainda é quando ele diz acerca de seguir a paz com todos, responsabilidade pessoal. Foi exatamente o que aconteceu com os pobres irmãos de José. José na sua simplicidade queria conversar com seus irmãos, contar para eles os sonhos lindos que sonhava, a história dá-no entender que nem mesmo José estava entendendo os seus sonhos, mas a amargura que havia no coração deles, por conta do ciúme que eles sentiam do pai, transformou-se num sentimento terrível chamado rancor, e esse rancor serviu de adubo no pé da raiz de amargura fazendo com que ela brotasse. Aí deu no que deu. Intentaram mata-lo. Vejamos: “E disseram uns aos outros: Eis lá vem o sonhador-mor! Vinde pois agora, e matemo-lo, e lancemo-lo numa destas covas, e diremos: Uma besta-fera o comeu; e veremos que será dos seus sonhos.”(Gn. 37: 19,20)
Mas voltando ao jovem José, é sempre motivo de grande alegria em sabermos que qualquer maldade que intentarem fazer contra os ungidos do Senhor como no caso de José, que já havia recebido a Unção do alto, é perda de tempo, pois só contribuirá para que Deus execute seus propósitos para o bem daqueles que o amam. Foi assim na vida de José, pela sua maravilhosa fidelidade ao Senhor, estava tão longe de imaginar um intento tão cruel vindo da parte de seus irmãos de sangue contra ele, não encontramos nenhum relato sobre a reação de José, ou o que José possa ter pensado ou dito, ou se ele esperneou, gritou, falou mal na hora em que por opinião de seu irmão Rúben que achou melhor não matá-lo, mas que ele fosse lançado na cova que estava no deserto; “Também lhes disse Ruben: Não derrameis sangue; lançai-o nesta cova, que está no deserto, e não lanceis  mãos nele; para livra-lo das suas mãos, e para torná-lo a seu pai.” (Gn. 37: 22). Aqui é coisa muito séria, o estado espiritual desses irmãos de José, ultrapassou os feitos do maligno, pois, a orientação de Ruben foi que lançassem José naquela cova aos pontapés. Outro fato que nos chama atenção nessa fala de Ruben é que eles não estavam mais considerando Jacó como pai. Após arrancar-lhe a túnica, deixando-o em trajes menores, e lançando-o na cova, assentaram-se a comer. (Gn. 37: 23 a 25). A ideia era deixa-lo lá naquele deserto até morrer, sem água e sem comida ao relento. Mas acontece que o Senhor guarda todos aqueles que lhe são queridos, jamais iria abandoná-lo, no mesmo instante surge uma companhia de ismaelitas, e ele foi vendido como escravo. José na condição de ovelha permanece calado, portanto o que se vê e o que se sente nesta linda história é o caráter desse moço, um caráter exemplar. Enquanto transcorria aquela viagem para o Egito, o Senhor Todo Poderoso, já havia preparado tudo para a sua chegada. O Senhor escolheu um homem já pronto,  para comprá-lo das mãos dos ismaelitas. Vejamos o que nos diz a Palavra de Deus: “E JOSÉ foi levado ao Egito, e Potifar, eunuco de Faraó, capitão da guarda, varão egípcio, comprou-o dos ismaelitas que o tinham levado lá.” (Gn. 39: 1). Estamos quase sempre mencionando aqui em nossa Congregação que, o Senhor tem tantos planos bons para nós, mas o triste da questão é que alguns não creem, não valorizam, não recebem, assim foi na vida daqueles irmãos criminosos. No dia em que venderam o irmão por vinte moedas de prata, como isso saiu caro anos depois, tudo que se planta se colhe, passe o tempo que passar, o Senhor é longânimo. Ali naquela terra estranha o Senhor provou a José, mas porque será que José passou na prova? A resposta é muito simples; só é provado os leais à Palavra do Senhor, esses tais tornam-se pessoas sérias, nunca sinceras, mas sérias, é claro que José passou vitorioso pela prova! O mais surpreendente é que não temos conhecimento de que José tinha Culto com o Senhor todas viradas da tarde, nem pelo menos um dia na semana ele tinha a alegria de aprender numa escola dominical lições que daria para converter um mundo inteiro, não José não tinha nenhum desses privilégios, no entanto guardava a FÉ, apesar de estar numa terra pagã.  Muito teríamos o que mencionar desse moço exemplar, representante da IGREJA de Jesus. Apesar do procedimento de seus irmãos, José desejou mesmo depois de sua morte, estar sempre com eles. (Gn. 50: 22 a 26; Ex. 13: 19).     

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