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segunda-feira, 23 de abril de 2012

Um toque de poesia / Cadê Mamãe? Cadê Papai?


Cadê Mamãe? Cadê Papai?
       Maria da Gloria

Quantas meninas ao léu,
Sem o véu da inocência,
Inocência? Qual nada,
Vivem soltas, largadas,
Como se nada fosse importante
Neste mundo errante.

As brincadeiras de bonecas,
Casinha, comidinha, que inha, que nada,
O negócio é namorar, deixar a vida levar.
Para onde quiser
E virar logo mulher.

Começando cedo, ou quando?
Quando quiser.
Com doze anos já pode ser mulher
De um qualquer!

Cadê mamãe? Cadê papai?
Sabe-se lá,
Por aí em qualquer lugar.
Separados de preferencia,
Sem nenhuma interferência
Na vida da menina.
Que menina?

As brincadeiras de bonecas,
Casinha, comidinha, que inha, que nada,
O negócio é namorar, deixar a vida levar,
Para onde quiser, e virar logo mulher
De um qualquer.

Diz os entendidos da saúde
Que virtude já era,
O negócio é começar a namorar
Quando quiser. Desde cedo
Virar logo mulher de um qualquer.
Cadê mamãe? Cadê papai?

Um toque de poesia / A Dor do Poeta


A Dor do Poeta
  Maria da Gloria

É preciso sentir a dor do poeta
Para então compreender sua vida incerta.
Vida de tristezas e desesperanças
Coisas guardadas nas lembranças
De quem perdeu um grande amor,
Da saudade de seu calor.

É preciso sentir a dor do poeta,
Para então compreender sua vida incerta.
Quando olha as estrelas no céu,
E vê o brilho que não mais existe em seu eu
No silencio aflito que não fala,
Pois a alma se cala.

É preciso sentir a dor do poeta,
Quando se vai a joia de seu relicário.
Como as estrelas no céu cintilando,
Certamente lá também está brilhando
Aquela joia, pedra lapidada.
Pelo poeta tão amada.

É preciso sentir a dor do poeta,
Para compreender sua vida incerta
Quando caminha entre os abrolhos,
Quando as águas caem dos olhos
Expressadas no silencio calado
Suporte da alma e por vezes cansado.

É preciso sentir a dor do poeta,
Quando quer partir,
Para bem longe seguir
Sua caminhada incerta.
É o destino do poeta.
É preciso sentir a dor
Quando se perde um grande amor.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Para onde foi toda autoridade sobre sua família?

Ao criar o homem do pó da terra o Senhor Deus soprou o fôlego de vida em suas narinas fazendo dele uma alma vivente. (Gen. 2: 7) e deu-lhe poder para dominar todas as coisas criadas sobre a face da terra. Porém ao pecar, transgredir as leis divinas, o homem perdeu sua autoridade principalmente sobre seu próprio lar. Ao ser interrogado pelo Criador sobre o pecado cometido o homem [Adão] o acusou abusivamente dizendo “a mulher que tu me deste por companheira, ela me deu da árvore e comi” (Gen. 3: 12.), desde esse fato o homem perdeu sua integridade, sua moral, e principalmente sua autoridade a começar pela própria família, pois certamente nenhuma mulher ficaria satisfeita ao lado de um homem que não assumisse seus próprios erros e nem poderia olhar com respeito e amor tamanha covardia diante duma situação dessas não é verdade? 
Daquele dia em diante foi só desgraça na vida daquela primeira família, e em toda a natureza houve também mudanças, pois o Senhor por conta da fraqueza de Adão amaldiçoou toda a terra fazendo nascer cardos e espinhos, foram expulsos do Jardim onde Adão trabalhava. Cuidando do Jardim era bem diferente da atual situação, pois o trabalho agora seria lavrar uma terra contaminada e comer do suor de seu rosto. (Gen. 3: 19.) 
Houve também o primeiro derramamento de sangue, pois o Senhor imolou a vítima do primeiro sacrifício a fim de vestir o casal culpado com a pele (Gen 3: 21.) (Redenção figurada). 
E assim tempos depois aquela primeira família da terra sofreu a perda de seus dois filhos: um porque morreu o outro porque matou seu próprio irmão, e assim o homicida Caim não pode mais conviver em família, tornou-se um vagabundo na terra. (Gen 4: 11. 12) Daí para frente à humanidade foi se dividindo e conseqüentemente se contaminando, pois passou a haver na terra dois tipos de povos: os descendentes de Caim e os descendentes de Sete o terceiro filho de Adão que o Senhor deu em lugar de Abel. (Gen 4: 25.) 
Os descendentes de Sete eram chamados filhos de Deus. Com o passar dos tempos deixaram o Temor do Senhor e se contaminaram com os descendentes de Caim (Gen. 6: 2.) então os valores morais mais uma vez caíram e houve a corrupção generalizada em toda a face da terra, desta decadência moral nos conta a história que somente uma família permaneceu integra diante do Criador, a família de Noé, esta se conservou na face de toda a terra. 
E o que falar dos dias atuais? Disse Jesus no Evangelho de Lucas cap. 17: 26, 27, que estamos vivenciando as mesmas decadências morais dos tempos de Noé no seio das famílias, pois não há mais o mínimo Temor àquele que determinou todas as coisas. Quando não há obediência aos desígnios divinos, por exemplo: quando não se respeita às leis do casamento determinado por Deus (Mat. 19: 6.) neste texto Ele diz claramente que o casamento é indissolúvel quando não há obediência e respeito às determinações divinas independente do credo religioso de cada um, pois Deus é um só e as suas Leis únicas em toda face da terra. Conseqüentemente perde-se tudo, não se consegue mais o respeito dos filhos, tenha eles a idade que tiverem bem como de toda a parentela. Portanto nessas preliminares sobre o assunto família que continuaremos abordando neste ano que se inicia, queremos deixar claro mais uma vez que tudo de bom que possa acontecer numa sociedade inteira começa no lar e tudo de ruim que possa acontecer numa sociedade inteira começa em casa. Há uma diferença muito grande entre um lar e uma casa. Lar vem de lareira, calor, aconchego, união em volta da mesa no cenáculo. (sala de jantar) É preciso resgatar esses valores que estão ficando cada vez mais distantes da humanidade. Cada dia nascem mais crianças sem lares muitas vezes sabemos pelos noticiários desgraças na vida de crianças com menos de um ano de vida. São crianças que estão nascendo sem lar.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Um toque de poesia / INSUPORTÁVEL PRAZER


INSUPORTÁVEL PRAZER
    De Maria da Gloria

Prazer insuportável
Adorável,
Que envolve,
E move
Tudo em mim.

Prazer que enlouquece,
E aquece de tal maneira
Agarrado a cabeceira,
Seja do que for,
Caímos e nem sentimos que o calor
Desce, aquece, e enlouquece.
Nesse adorável
Prazer insuportável!

Mas que prazer insuportável,
Envolvente movendo com a gente
Semanalmente.
Que equivale um tempo inteiro,
Nesse roteiro, ou rotina,
Que alucina neste adorável
Prazer insuportável!