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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Um toque de poesia (Maria da Gloria)

08 -12 - 2010
CABELOS BRANCOS
Nunca vi nada mais desrespeitoso
Que chamar alguém de idoso.
Nunca vi nada mais deprimente
Quando alguém deixa de ser gente
Para ser idoso.

Nunca vi nada mais fora da realidade
Do que as festas da terceira idade.

Que pais é este?
Que inventa o que há de pior?
E lança sem nenhuma dor,
Em cima de gente, que por sua vez
Não quer ser gente
Quer ser o que há de pior: idoso.

Nunca vi nada mais desrespeitoso
Que chamar alguém de idoso.

Sempre que há algo de errado
Procura-se o culpado
Onde estará o autor da frase abominável
“Terceira Idade”?

Que na hipocrisia e escárnio desrespeitoso
Pisa numa gente, que por sua vez
Não quer ser gente,
Quer ser idoso.

Até quando ficarão nessa inferioridade
Hem, Gente de cabelos brancos?
Cabelos brancos? Sinais de autoridade
Sabedoria, alegria!
Por terem aprendido
Que os anos devem ser bem vividos
E não perdidos num canto qualquer.

Nunca vi nada mais desrespeitoso
Que chamar alguém de IDOSO.

17 – 11- 1990 (Maria da Gloria) 


Há uma história tão linda,
Que resiste ao tempo que passa
E ainda bem no fundo da alma
Não se cala, pela saudade
Ardente que vai consumindo
A vida da gente.

Linda tarde de primavera
Estava tudo tão belo
Bem no ocaso
Sem nenhum atraso

Adentram os noivos. E a capela?
Ah! Estava tão bela, adornada,
Laços de fitas e muitas flores
Exalavam seus olores.

Esta história tão linda,
É como a bela natureza
Que nunca se finda
Persiste em sua beleza
Esta história tão linda!

Esta história tão linda
É como os dias de pleno verão,
Claros e lindos cheios de calor
Ardentes e alegres como o amor.

Esta história tão linda
É como o arrebol nascendo
Nas manhãs claras de verão
Como o por do sol que se escondeu
Atrás do monte...
Lá depois do Horizonte, e se foi.



VEM AÍ TEU ANIVERSÁRIO
(1ª – de Outubro) De Maria da Gloria


É lindo pelas manhãs recordar,
E de alegrias até chorar.
Mesmo que não haja mais o que ao lado
Fazia-se sentir pelo calor do amor,
Mesmo assim continua
No lado esquerdo a saudade
Das coisas que pelo caminho se vão.
Essa beleza de recordar
Servirá sempre de alento,
Pois, é da alma o sustento
Que no profundo se cala
E as ocultas só chora,
Chora? Por quê?
Será que é saudade?
Pode ser.
Nas lindas recordações
Ouve-se antigas canções
Que ao som da sanfona ou viola,
Ai alma chora, por quê?
De saudades?
Pode ser.
E aquele dueto?
Ao som do velho cavaquinho?
Tão pequenino
Tão ritmado, e tão amado!
Por que, há choro na alma
Nessas recordações?
Serão de saudades?
Pode ser.


PRIMAVERA (Maria da Gloria)
A primavera também tem
Seus ventos que levam
Ao longo da estrada
A flor desgarrada e caída.

Na primavera se colhem com as mãos
Lindas flores que enfeitam nossa vida
Enquanto conosco estão.

Na primavera casa-se, se enlaçam,
E se formam moradas de amor
Cheias de calor!

Na primavera é belo o amanhecer,
Quando o sol invade nossa janela
Mostrando a manhã tão bela!

Mas a primavera também tem
Seus tristes dias quando na separação,
Se vai toda felicidade,
Quando vem a eterna saudade

De quem se foi na primavera.


MEU SONHO, MEU LINDO
De Maria da Gloria para Eduardo

Setembro, mês de grandes realizações
São tantas moções,
Que ao longo da vida tivemos, eu e você.
Você com aquela preguiça de estudar,
Quando criança só queria folguear,
Eu como uma tonta só fazia chorar e
Lastimar.

Eram os anseios de vê-los, você e seu irmão
Com um diploma nas mãos.
Mas qual, ia cada ano ficando distante
A possibilidade
Desta tão grande felicidade
Que para mim seria o Céu!

Mas que bom! Tudo isto
Já há muito ficou para trás.
E no dia primeiro deste mês
Fiquei feliz outra vez,
Agora pude ver que, nossos sonhos realizam-se,
Passe o tempo que passar,
É só saber esperar.

Nada pôde impedir
De que eu pudesse no dia primeiro sorrir
E a Deus agradecer
Por me deixar viver e ver
Que você conseguiu com fé e esperança
Vencer os medos de infância!
E hoje te vendo com o Diploma na mão
É muito grande a emoção!

Parabéns meu lindo, neste teu aniversário
Prossiga, prossiga, não desista jamais
Sempre deixando para trás
As coisas insignificantes
E siga sempre avante.
(Mainha - 10 – 09 – 2010)



MEU PAI NÃO PODE VIR
(De Maria da Gloria - 17/08/2010
)
Não pode ou não quis
Ver sua criança feliz?
Criança que espera sempre
Com olhares tristes, e disfarça
Mesmo assim não perde a graça
Que lhe ajuda a viver
Sem transparecer na primeira infância,
A ausência que lhe vai à alma.

Nas Festas, tão belas!
Nas Aquarelas, feitas por elas!
Até no fictício dos fantoches
Em cenário, levou essa criança ao imaginário
Tão feliz! Mas Papai não viu,
E nem pode sentir
O que na alma ela sentiu.
Sua ausência.

Cadê papai? Alguém pergunta,
Ele não pode vir, a criança responde.
E também esconde,
Essa ausência da presença do papai
E quem sabe lá bem no fundo da alma
Dizer: que seria tão importante
Se ele tivesse vindo
E assistido o que já sei fazer,
E poder me dizer... Ou nada me dizer,
Somente me abraçar.



Entendeu Mãezinha? (Maria da Gloria)
Mãe, seus filhos crescem
E na dependência da primeira infância,
De tudo carecem.

Mais que o alimento, roupas ou calçados,
Na dependência da primeira infância
Quando ainda crescem,
De muito mais, eles carecem.

Mãe é como aquela que no campo trabalha
Em prol de todas as necessidades
Porem nunca poderá esquecer
Que seus filhos não param de crescer
E de tudo quanto agora de ti recebem
Um dia irão devolver.

Mãe, pense nas palavras boas ou más que no ar ressoam,
Se forem más certamente magoam,
Se boas resplenderão na Aurora da vida,
Quando sua criança querida
Estiver já crescida
Te devolver com rancor ou amor?
O que de ti recebeu,
Daquele campo onde você a criou.

As crianças gostam de te dar flores
Que representam dois amores,
O que vem de lá,
E o que sai de cá.
Entendeu mãezinha?



SÃO TANTAS ISABELLAS (Maria da Gloria)
Isabella, entre tantas crianças tão belas,
aliás todas as crianças são belas,
e muitas morrem como Isabella.

E, se não morrem, sofrem,
o desamor das irresponsbilidades
que causam maldades
trazendo consequencias desastrosas
entre as relações amorosas
de pais tiranos e desumanos.

Isabella? São tantas espalhadas,
sempre sendo deixadas ao léu,
por não haver mais o véu da pureza
que com tanta singeleza
levavam casais ao altar
e diante de Deus jurar
eterna fidelidade
para que houvesse felicidade
na vida dos filhos que haveriam de nascer
e num lar sadio crescer.

Hoje, a troca, troca nojenta
na decadencia de casais
que longe das leis morais
condenam uma criança bela
tão bela quanto Isabella
a conviver com padrastos e madrastas
numa agonia nefasta.

Arrebata-se de uma criança
toda a esperança
de crescer em família unida
sentindo-se querida.
Ao contrário, esta criança vê um mundo desmoronado
quando papai vai embora
e agora?
Em breve outro homem haverá em seu lugar
agora querendo mandar
na vida da criança
que perde com saudade
toda a felicidade.

Mais adiante outra mulher
papai vai querer
e com certeza apresentar
à criança tão bela, tão bela
quanto Isabella.
De tia? Ter que chamar
se não quiser apanhar.
São assim os relacionamentos
nojentos
que subjugam as crianças tão belas
belas como isabella
que morrem a cada dia
nesta folia
de irresponsabilidades
que trazem tanta infelicidade
às crianças tão belas,
tão belas quanto Isabella!



BALANÇO 2009 (Maria da Gloria)
Vamos a cada ano avançando
Evoluindo? Não sei...
Em meio Senhor a tua Grei
Vou caminhando.

Como a mim foi determinado
Nunca ficar parado
Só, ou acompanhado
Vou caminhando.

Às vezes cantando
Às vezes chorando
Em momentos difíceis
Em que tenho que parar

E desviar dos obstáculos
Que se apresenta no caminho
Sozinho...
Vou caminhando.

Se finda o ano, não a vida
Nem a saudade querida,
A única que me acompanha
Dela não me apartarei

Ela me ajuda a guardar
O doce amor de amar
E assim vou caminhado,
Até chegar.
31 – 12 - 2009



PARA OS QUE SE VÃO (De Maria da Gloria)
Quantos já se foram?
pela mesma razão,
ou por falta da razão
que abrange o espírito
que a mente cauterizada
por não aceitar nada de reto e perfeito
que vindo da Sã Palavra se esbarra
no amor mais lindo e perfeito.
Ah! se o meu povo me ouvisse! dIz o Criador,
que com tanto amor morreu em meu lugar
para a mim deixar
palavras de vida eterna
numa atitude tão terna
simplesmente Ele me amou!
como posso então deixa-lo?
como posso não mais ama-lo?
levantar-me e ir, de costa bem virada
como se absolutamente nada
dele tivesse recebido?
depois de ser concebido
pela morte de seu Filho querido
que por me amar de tal maneira
deu-o para morrer pela humanidade inteira
no qual eu estava no meio.
E agora? Será que poderia eu esquecer
deste amor com que me amou?
E que nos momentos mais difícies nunca me deixou?
Não, não poderei jamais fazer este mal a mim mesmo,
seria o mais indigno pecador
se deixasse todo este amor com que me amou,
o meu SALVADOR?

Sete anos de saudades (Maria da Gloria)
JESUS É BOM! Este era o pregão constante,
E mbora motivos tivesse a cada dia para desistir da missão
S endo sustentado pela fé, seguia perseverante,
U nindo forças, para alcançar o Galardão.
S im, certamente alcançou, pois JESUS É BOM!

É, assim era o Pastor Stenio...
B em tranqüilo seguia cantando...
O refrão: “Estou alegre porque Cristo me salvou”!
M ilitando a boa Milicia nesta terra, o Combate findou!12 – 11 – 2002.

Todos que te amaram certamente continuarão a dizer que: JESUS É BOM!


1ª – MOSTRA DE TELAS (Maria da Gloria)
Festas, alegres cantos,
Em ações de graças
Por tudo que passa
Nesta vida bem vivida.
Daqueles que
Cantam, daqueles que sonham,
daqueles que choram,
E as vezes até oram.

Festa bela, muitas aquarelas
Que chamam de telas
Tão belas!

Os papais? Alguns presentes,
Outros ausentes, mas as crianças estavam,
E como cantavam!
Externando do fundo da alma
Uma alegria que irradia
No quadro vivo: Jesus, José e Maria,

Na beleza de se ter papai e mamãe unidos
Coisa rara de se ver
Mas este é sempre o querer
De uma criança que sonha
Nas festas belas com muitas aquarelas
Que chamam de telas
Tão belas!
08 – 08 – 2009.